sexta-feira, 6 de março de 2009

Trajes


Os trajes da categoria kindergarten são trajes típicos alemães, porém não são pertencentes a uma determinada região da Alemanha. Por isso, são chamados de “trajes de moda”.
Os modelos foram desenhados e confeccionados com dois objetivos principais:
O primeiro deles, se deve ao desejo de ser identificado como um traje típico alemão de imediato, à primeira vista. Devido às suas cores serem as mesmas da bandeira da Alemanha: preto, vermelho e amarelo, isto se torna possível.
O segundo objetivo é de ser um traje alegre e diferente, com jeitinho de criança pequena, pensado e criado especialmente para elas; já que esta é uma categoria diferenciada pelo seu propósito e pela forma que é conduzida, desde a sua idealização.

segunda-feira, 2 de março de 2009

Os ensaios da categoria kindergarten retornam dia 06 de março às 19 horas. Os interessados em fazer parte do grupo, por favor procurem as coordenadoras pelo email akasha.hensel@ig.com.br.
Obrigada!

domingo, 1 de março de 2009


Coordenadoras


A categoria Kindergarten é coordenada por Carolina Hensel e Tamiris Fontoura.
Os ensaios são desenvolvidos de forma recreativa, sendo utilizados recursos lúdicos, os quais as crianças aprendem a dançar brincando, pintando, ouvindo histórias, criando formas e movimentos.
Cada coreografia é adaptada ao grupo, recebendo em suas apresentações, um toque especial que cada criança é capaz de criar e oferecer ao público.
As nossas coreografias representam brincadeiras infantis, que são criadas pela imaginação das crianças desta idade.

Quem somos


Nós somos o Schmetterling Germanishe Volkstanz Gruppe, da Associação Cultural e Recreativa Brasil-Alemanha, categoria Kindergarten.
A categoria KINDERGARTEN iniciou sua formação em março de 2004 e, assim como suas crianças bem pequeninas, tem caminhado com passos pequenos, mas a cada dia mais firmes e seguros.
O nome Kindergarten foi escolhido como forma de homenagear um importante educador alemão: Friedrich Wilhelm August Froebel, que fez de seus “Kindergartens” ou” Jardins de Infância” um marco no desenvolvimento infantil, para a compreensão da vida das crianças de 0 a 6 anos.
Para Froebel, a criança está coberta de potencialidades, sendo comparada a uma semente, que deve ser adubada e exposta a condições favoráveis para crescer forte e capaz de desabrochar, fornecendo frutos saudáveis. E é de uma forma naturalmente ativa que uma criança faz movimentos, canta, pinta e dança, explorando todas as potencialidades da experiência humana.
É partindo destes conceitos que a categoria KINDERGARTEN traça seus objetivos: semear nossas sementinhas para que continuem mantendo vivas as tradições alemãs; espalhando a determinação e a alegria de um povo que ajudou a construir a nossa cidade, o nosso país.
E é desenvolvendo as habilidades das artes, do movimento da dança, que essas pequenas crianças de 3 a 7 anos, contagiam a todos com irreverência, criatividade e a alegria que toda criança tem!

quarta-feira, 28 de janeiro de 2009

Saiu na Tribuna!!!

Vejam só o texto da criticada Tribuna!

CADERNO DOIS

 

 Diálogo artístico

Alemão fluente e sem legenda

Atenta a cada passo dos inúmeros bailarinos, a coreógrafa e professora Gabriele Generoso emendou semelhanças e diferenças entre a dança popular e a dança contemporânea, ao assistir, na última segunda, ao espetáculo “Juiz de Fora e a colonização alemã”, do Grupo de Danças Alemãs Schmetterling. A apresentação estava inserida no calendário da 8ª Campanha de Popularização do Teatro e da Dança, que segue até o dia 15 de fevereiro com variadas manifestações das artes cênicas: comédias, dramas, musicais, danças e oficinas.

Gabriele, mestre na área pela Universidade Federal da Bahia (UFBA), achou curioso o convite da Tribuna. Afinal, ela estava sendo chamada para tecer comentários sobre um trabalho que fez parte da sua adolescência. “Eu vivia no Bairro Borboleta, já que a minha madrinha morava por lá”, comenta, referido-se ao local da sede da Associação Cultural e Recreativa Brasil Alemanha, mantenedora do Schmetterling. Nessa época, a professora já era envolvida com a dança, mas não encontrava tempo - embora tivesse vontade - para participar do famoso grupo folclórico. “Sempre acompanhei a apresentação das minhas amigas na Deutschesfest, a festa alemã.” Aliás, na opinião da coreógrafa, ao sair do tumulto do bairro e conquistar o palco de um teatro, os integrantes se mostraram um pouco mais tensos, apesar de manterem a alegria e o diálogo com a plateia.

“Reaja!”
A interação, a propósito, foi comprovada pelas reações da artista plástica Gilka Lewer, 73 anos, que, a cada coreografia, aplaudia, elogiava os figurinos e procurava participar da cena. “Reaja!”, gritou para o dançarino que estava no chão durante a “Dança da conquista”, em que dois homens brigam por uma mulher. “Achei tudo leve e contagiante”, disparou Gilka ao final do espetáculo.

Para Gabriele, os movimentos funcionais, ou seja, as ações do dia-a-dia que viram dança para contar a história, são os responsáveis pela ligação construída com os espectadores. “Não há como alguém falar ‘não entendi’, coisa que, muitas vezes, acontece na dança contemporânea”, analisa. É verdade que as vertentes coreográficas atuais lançam mão dos gestos funcionais - e, às vezes, até exageram, “mostrando apenas o movimento em si”. A diferença, como diz a professora, é que a apresentação folclórica elabora uma verdadeira legenda para narrar e celebrar a trajetória de um povo.

Aí está outro ponto em comum entre as duas propostas. Se a dança cênica aborda a relação do homem com o mundo (dança moderna) e do homem com seu interior (dança contemporânea), a popular mistura tudo isso para relatar a vida. “Vejo-os fazendo isso de forma visceral, com muita paixão”, observa Gabriele, destacando as indumentárias e os elementos da dança primitiva, como a comemoração e o agradecimento.

Inverso
Por outro lado, segundo a coreógrafa, enquanto o folclore sai das ruas e procura os teatros para se manter vivo, as artes contemporâneas vasculham lugares inusitados ou públicos para respirar com mais facilidade e granjear novos adeptos. “Mesmo assim, a dança popular não busca, especificamente, a formação de público. Ela acontece de qualquer jeito.” Por isso, Gabriele prefere usar o termo dança popular, e não dança folclórica, já que não estamos falando de algo estanque. A representação, depois de mais de 150 anos, da vinda dos imigrantes alemães para Juiz de Fora e da sua participação na construção da cidade realmente comprova que o tempo não é capaz de paralisar uma comunidade que valoriza suas tradições.

Parabens para todos nós!

Um abraço.

Iverson